Um mundo tanto tempo a dois, e de repente somos 4!! A história das minhas bençãos
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
2014 foi um ano do caraças!
Descobri como era ser mãe de dois, e nem sempre achei graça.
Vi a minha filha crescer com uma rapidez alucinante.
O meu bebé passou a ser menino, e comemorou 3 aninhos.
Assisti e participei em discussões sem nenhum sentido. Provoquei muitas delas. Arrependi-me e recomecei.
Não fui tão feliz quanto gostaria na minha relação, mas só me posso culpar a mim.
Tive poucos momentos de paz. Passei pela tormenta de ficar sozinha em casa à noite com duas crianças pequenas. Tive medo dessas noites.
Descontrolei-me pela falta de sono. Fui injusta e pedi desculpa. Voltei a descontrolar-me. Ainda tenho muito sono.
Senti que tinha construído finalmente uma família.
Senti o meu namorado de sempre, transformar-se num pai a sério. Tive a certeza que não poderia ter escolhido melhor.
Detestei pela primeira vez a minha casa, achei-a fria, impessoal e pequena. E agora sempre que lá entro penso em mudar-me.
Voltei ao trabalho depois de uma licença de maternidade e vi o meu vencimento reduzido de forma significativa. Desmotivei. Voltei a motivar-me, sem deixar de procurar melhor.
Vibrei com diversos positivos de amigas a quem quero bem, e aguardo os bebés delas com muita ansiedade
Pela primeira vez em muitos anos, não passei férias fora.
Pela primeira vez em muitos anos, adorei o nosso Natal. Sem stresses, sem pressões, sem fretes e com os presentes comprados a tempo.
Tomei uma decisão de final de ano, que quero mesmo cumprir.
2014 até foi um bom ano.
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
Parabéns meu amor!
O meu bebé, já nasceu há um ano.
Veio no dia de Natal, para me lembrar que os milagres acontecem, para que nunca me esqueça de agradecer por tê-la. Para confirmar que é mais uma bênção.
Hoje faz um ano, que o meu coração inchou para lá do limite. Cresceu para além do que eu achava possível.
Faz hoje um ano, sofri para que nascesses, passei mal por ti, mas valeu a pena!
Porque tu eras linda, um pequenino pinipon de Natal. Uma promessa que ia ficar tudo bem. O selar de um amor.
Trouxeste amor contigo, cresceste rodeada daquela teia de amor, que também já tinha rodeado o teu irmão. E calhou seres doce como o mel, dás abraçinhos e beijinhos. E quando essas tuas mãozinhas me rodeiam o pescoço eu sinto que tudo valeu a pena.
Já fazes um ano! E gatinhas, queres falar e andar. Percebes tudo o que te dizemos, amas o teu irmão. Deliras só de o ver aproximar. E podias não ser, mas és linda.
Parabéns meu amor, e obrigada por este ano tão cheio, tão intenso, tão melhor.
Veio no dia de Natal, para me lembrar que os milagres acontecem, para que nunca me esqueça de agradecer por tê-la. Para confirmar que é mais uma bênção.
Hoje faz um ano, que o meu coração inchou para lá do limite. Cresceu para além do que eu achava possível.
Faz hoje um ano, sofri para que nascesses, passei mal por ti, mas valeu a pena!
Porque tu eras linda, um pequenino pinipon de Natal. Uma promessa que ia ficar tudo bem. O selar de um amor.
Trouxeste amor contigo, cresceste rodeada daquela teia de amor, que também já tinha rodeado o teu irmão. E calhou seres doce como o mel, dás abraçinhos e beijinhos. E quando essas tuas mãozinhas me rodeiam o pescoço eu sinto que tudo valeu a pena.
Já fazes um ano! E gatinhas, queres falar e andar. Percebes tudo o que te dizemos, amas o teu irmão. Deliras só de o ver aproximar. E podias não ser, mas és linda.
Parabéns meu amor, e obrigada por este ano tão cheio, tão intenso, tão melhor.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Doi-me a alma
O meu filho está doente. Nenhuma mãe gosta de ver os filhos doentes e eu, não sou excepção... sinto um aperto no peito, tenho dores que não se explicam, parece que vêm da alma, e estou tão susceptível que tenho constantemente lágrimas nos olhos. (Ou então é do sono).
Começo no sábado à noite a encher-se de febre. Tínhamos ido jantar a casa de uns amigos. Não fui de boa vontade, no inverno à noite, nunca vou com eles de boa vontade para lado nenhum, mas não quero ser sempre desmancha prazeres. Não quero que passem a vida a dizer que sou uma mãe stressada. Sei que eles gostam do convívio, e não posso privá-los de tudo... Mas os olhos vidrados do meu filho num sofá alheio, outra pessoa a medir-lhe a temperatura, ele a pedir para ir para casa é mais do que podia suportar, Teve febres altas o domingo todo, só baixavam com medicamentos, e como isto foge ao meu controlo fico nervosa, esta noite enquanto lhe controlava a respiração, ajoelhada junto da cama dele, chorei... Chorei por não ser eu no lugar dele, chorei porque não suporto vê-lo sofrer. O meu menino, o meu bebé-milagre, metade da minha alma e do meu coração, estava a sofrer. A transpirar, a respiração acelerada, as gargalhadas do delírio, misturadas com gemidos, e eu sem poder tirar-lhe o mau estar, as dores...
Eu sei, é normal as crianças ficarem doentes, e sei que passa, mas custa tanto...
Valeu-me a boa vontade do pai este fim-de-semana, e no sábado à tarde pude ir arranjar as unhas, num raro momento só para mim, e ontem saí com a pipoca só as duas também... e soube bem. São estas "bolhas" que me mantêm de pés no chão, caso contrário já estaria louca!
domingo, 21 de dezembro de 2014
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Ser mãe...
É estar doente, muito doente, mas ainda assim sempre preocupada e a tentar que eles estejam bem.
É passar noites em claro, e vir trabalhar como se nada fosse.
É ficar feliz por um pequeno sopro no coração, ter fechado um ano depois.
É quase chorar por ver que ela já se põe em pé sem estar agarrada a nada.
É sentir o coração ensombrado por ele a empurrar e dizer que não gosta dela.
É não entender porque é que ele chora desalmadamente, todos os dias ao fim do dia.
É pensar e repensar, se venho trabalhar e o deixo com o pai, ou se ele estará melhor comigo,
É chegar ao escritório e largar em prantos, de raiva, de culpa, de sono, de cansaço e de impotência.
Mas ser mãe, também é sentir mãozinhas pequenas á volta do pescoço e beijos lambuzados inesquecíveis,
E saber que o nosso colo acalma, cura e dá mimo.
Sentir o coração cheio de um amor tão pleno e inexplicável...
Ser mãe, é uma arte, uma bênção, um privilégio.
É amar infinitamente, com a certeza que será para sempre...
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Coisas do Rafael....
Domingo de manhã, balneário da piscina. Seco-o e visto-o após a aula.
Olha para o lado.
Rafael: Mãe, aquele é o pai de quem?
Eu (olhando para os senhor): Não conheço, filho.
Senhor: Olá Rafael, estás cá?
Olho para o senhor sem perceber e ele esclarece que é o professor de musica, o César.
Rafael: É pai de quem, mãe?
Eu: É o César filho, o professor de música.
Rafael: Não mãe, é igual ao César mas não é ele.
Eu: É filho, está aqui com os filhos dele. E ele disse que te conhecia, e que é o professor de música do colégio.
Rafael: Não mãe. Não é o César porque não tem o computador nem nenhum instrumento....
Lá lhe explico, que é fim-de-semana, e que ele também não tem a bata e a mochila da escola.
Quando saímos, digo ao pai que vimos o professor de música.
Rafael: Não era pai, era igual ao César, mas não era o César... a mãe não sabe que ele tem instrumentos e um computador, e este não tinha!
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Domingo à noite enquanto o deito:
Amanhã quem vai buscar-te à escola é a avó e o avô.
Responde ele:
Sim, amanhã é o dia das avós irem buscar os seus filhos à escola!
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Gostavas de ir ao cinema Rafael?
Siiiiiiiimmmmmm, ver os pinguins de mastisgasva! (uma outra forma de dizer Madagáscar)
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- Estamos prontos, podes ir acordar a mana.
- Bom dia bebé, toca a acordar! A mãe e o mano estão aqui, Vá lá dorminhoca.
:) aguenta-se?
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Fim de semana tradicional...
É uma tradição que queremos prolongar e transmitir-lhes, todos os natais, desde que namoramos vamos a Lisboa ver as iluminações, passear na baixa, sentir o espírito natalício, Nem sempre gostei destes passeios, houve anos em que os achei a maior seca. Mas com eles é tão bom... este ano foi assim:
Saímos de casa bem quentinhos |
Descemos a Rua Augusta e fomos ver o rio ao cais das colunas |
Tiramos uma selfie no Rossio |
O Pai fotografou um momento de miminhos |
O Rafael adora tirar fotografias :) |
É tão difícil tirar uma foto aos dois juntos... |
"Quero ir ver as bolas de sabão!" |
E a margem sul lá ao fundo |
As castanhas fazem parte deste dia... |
Ficou frio, mas nós levámos mantas quentinhas |
As luzes... o NATAL |
O bolo foi feito por nós, mãe, pai e Rafael |
Desejamos que sejas sempre muitooooooo feliz |
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A aprender a andar de baloiço |
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Estou tãoooo crescida |
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domingo, 7 de dezembro de 2014
sábado, 6 de dezembro de 2014
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Mais uma semana horribilis
Esta semana foi semana "da noite" para o pai.
Lá ficamos os 3... e as diarreias, os vomitados, a roupa para lavar todos os dias, e depois para passar (todos os dias). Não posso estar sempre a sobrecarregar a minha mãe, que até aqui nunca se queixou, mas começa a acusar cansaço. E tenho de me lembrar que ela também tem vida, e ajuda-me muito, preciso dela por muitos anos ainda. Ainda pensei ir ao cinema com o marido no fim-de-semana, mas sinto-a tão cansada e com tanto que fazer que acabei por desistir... :(
Assim, de segunda a sexta foi ir buscá-los, ir para casa, dar banho, fazer jantar, por maquinas a lavar, deitá-los, e nos intervalos, mudar fraldas, brincar, dar colo e mimos. Pelo caminho, arrumar a roupa, e as gavetas que D. Sofia insiste em esvaziar, atirando todo o conteúdo para o chão, especial destaque para a gaveta das tampas dos tupperwares e para a das cuecas e meias do irmão.
E em todas as noites desta semana a Sofia acordou a meio da madrugada para comer, numa das noites tinha cocó até às costas. E numa das noites foi o Rafael a acordar de madrugada, também ele cheio de cocó, maldita diarreia.
Portanto, eu estou oficialmente exausta. Sinto a cabeça a pairar algures por cima de mim, sinto o corpo a pedir descanso, sinto os olhos a arder de sono.
Finalmente a semana está a acabar, e só voltaremos a estas semanas más em Janeiro...
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sozinha com eles
Para recordar...
O Rafael quer ir ver os "Pinguins de Magistagal" (Pinguins de Madagáscar) e para o Natal quer um "carro do faísca encomandado" (catro do faísca telecomandado) - Aos 3 anos
A Sofia, faz "festinha gato" a ela mesma. Dança e tenta cantar. Bate palminha, faz "teté", diz adeus e manda beijinhos fazendo com a boca um barulhinho delicioso. - Aos 11 Meses
A Sofia, faz "festinha gato" a ela mesma. Dança e tenta cantar. Bate palminha, faz "teté", diz adeus e manda beijinhos fazendo com a boca um barulhinho delicioso. - Aos 11 Meses
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Do fim-de-semana....
Muito vomitado, muita diarreia.... e o primeiro filme a sério.
Fizemos noite de cinema com pipocas e gomas. Escolhemos, o Madagáscar... Não tinhamos grande fé que aguentasse o filme inteiro quieto no sofá, ou que o visse até ao fim. Mas viu, e gostou muito, deu gargalhadas, e ficou sossegado até ao fim. E eu gostei tanto de ver mais esta "primeira vez" estou cada vez mais orgulhosa do meu menino crescido. Que sabe tão bem identificar o seu lar, e a sua família. Que já pega no garfo para comer sozinho.
Que inventa histórias tão engraçadas, e é um regalo ouvi-lo brincar com os seus brinquedos.
Está crescido, lindo e é feliz e saudável, que mais posso pedir??
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