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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Doente...

Estou tão doente, tão doente que até me custa manter a cabeça levantada. Tive uma noite péssima, tosse, nariz entupido, garganta a arder. E por tossir tanto uma dor incomoda no fundo da barriga. Acho que o meu Rafael não está nada satisfeito com isto tudo :-((

sábado, 1 de janeiro de 2011

Primeiro Post de 2011

1 de Janeiro de 2011, este ano serei mãe, é já para o mês que vem e ainda não me mentalizei... 2010 foi um ano diferente, há um ano atrás estava a "abandonar" a minha vida de sempre, a fazer a minha mala e a embarcar para outra cidade. Para mudar de vida. Para não sofrer. Para não fazer sofrer. Tentei aparentar felicidade na despedida, convencer-me e convencê-lo que era para bem dos dois. Ele não acreditou. Ficou infeliz. Eu, camuflei a minha infelicidade, com risos e alegria que na realidade não sentia. Chorámos muito. Nunca deixámos de nos falar, e estivemos separados pela primeira vez em 17 anos de vida em comum. E foi dificil, explicar aos que gostavam de nós que tinha de ser assim. Pela primeira vez, ele mostrou-se frágil e eu assustei-me. Nunca o quis fazer infeliz, apenas queria que ele tivesse uma vida. Um filho que eu não lhe podia dar. E eis que sou eu que engravido, na primeira vez em 17 anos que me envolvi com outra pessoa. 1 vez, irrepetivel... O meu bebé não é filho do meu amor pelo Nuno, não é um "fruto do amor", mas será amado por nós. Eu e o Nuno saberemos dar-lhe amor, transmitir-lhe o nosso amor. Começo 2011, feliz ao lado do homem que amo e ansiosa pela vinda do Rafael. Assustada, porque não sei como vai reagir o pai biológico. E decidida a lutar pelo meu filho e por uma vida melhor ao lado daquele a que posso chamar marido. Quero que 2011 seja memorável, e de hoje a um ano, quero muito, muito, mas mesmo muito estar aqui a escrever que foi o melhor ano da minha vida.

A todas um 2011 perfeito!!!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Medo


Ultimamente tenho pensado no MEDO! É legitimo, humano e saudavel sentir-mos medo e eu dei-me conta agora de que poucas vezes tive medo na minha vida. Nem quando me disseram que tinha um tumor, nem nas fases mais complicadas porque passei... Li há pouco tempo que só sentimos medo se tivermos algo a perder. É verdade. Senti medo de perder o homem que amo. E sinto medo pelo meu filho que vem aí, medo de não tomar as opções acertada, medo de não o conseguir proteger, medo de ser uma má mãe.

Descobri que o Nuno é o meu porto seguro, é nele e com ele que "descanso" os meus medos. Ao longo destes 17 anos que dura a nossa relação, e apesar dos recentes "baixos", é ele que me ampara, me segura, me dá força e coragem... Talvez não lho diga todos os dias, talvez até nem o demonstre como devia, mas amo-o muito e estou-lhe muito grata por ele estar comogo, amparando-me nos medos e na vida.